Desde a abertura comercial e financeira no Brasil, em 1988, os grupos farmacêuticos mundiais entraram no país e desde então a competência no mercado só aumenta.
De acordo com um levantamento feito pela empresa IQVIA, o Brasil é o sexto maior mercado farmacêutico do planeta.
Um recente levantamento realizado pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) aponta para um patamar bastante positivo em 2023. De acordo com o estudo, em 3 anos, o mercado deverá movimentar R$175 bilhões, colocando o Brasil na quinta posição do ranking.
No entanto, para levar um produto de qualidade e que cumpra com as normas de regulamentação da ANVISA, as empresas farmacêuticas estão olhando internamente em seus processos produtivos e adquirindo equipamentos que as façam reduzir custos e paralelamente manter um ambiente de trabalho mais higiênico e livre de possíveis pragas.
Desde a abertura comercial e financeira no Brasil, em 1988, os grupos farmacêuticos mundiais entraram no país e desde então a competência no mercado só aumenta.
De acordo com um levantamento feito pela empresa IQVIA, o Brasil é o sexto maior mercado farmacêutico do planeta.
Um recente levantamento realizado pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) aponta para um patamar bastante positivo em 2023. De acordo com o estudo, em 3 anos, o mercado deverá movimentar R$175 bilhões, colocando o Brasil na quinta posição do ranking.
No entanto, para levar um produto de qualidade e que cumpra com as normas de regulamentação da ANVISA, as empresas farmacêuticas estão olhando internamente em seus processos produtivos e adquirindo equipamentos que as façam reduzir custos e paralelamente manter um ambiente de trabalho mais higiênico e livre de possíveis pragas.
AstraZeneca
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